Hoje eu acordei querendo desatar "nós", nos desatar. Escantear aquela pequena parte de laço que insistimos em manter. É que, juro!, não sei bem conviver com a amizade. Meus olhos há tempos não viam sua vida para o coração não balançar. E eu me arrependo quando, seguindo palavras suas, eu fui olhar novamente. Pois então, me peguei me sentindo suja, egoísta e um pouco mais que isso, mesquinha mesmo, por uns instantes eu desejei que desse tudo errado. Aff! Que sentimentozinho medíocre, viu? Como é que gosta e deseja mal? Impossível, improvável. Vamos desejar o bem, que o bem vem, chega até nós. E é por isso que eu queria deslaçar, cada um seguindo como queira, do jeito melhor. A gente não precisa dá satisfação, sabe? Nunca precisou. E pra mim é melhor mesmo não saber por onde anda, se perto ou longe, e só me resta torcer pra não nos encontrarmos por aí.
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| Via net. |
“E, fatalmente, vão se cruzar por aí. São tantas as esquinas. Vocês vão beber um café quente juntos, falar amenidades, sobre novos cortes de cabelo, você está bonita, e você mais maduro, como está sua mãe e tudo mais. Nos momentos de silêncio, baixarão o queixo, com medo de amarrar olhares e, talvez, voltar tudo aquilo outra vez. Mas vai ser só isso.” Gabito Nunes

Me arrepiei Talita. Delicioso demais ler tudo o que vc escreve. Vou estar sempre por aqui.rs.Bjos!
ResponderExcluirE um brinde ao amor,ao que se despede e ao que virá. Somos movidos por sentimentos e que eles nos levem além.
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