quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Sobre mim

Hoje eu acordei querendo desatar "nós", nos desatar. Escantear aquela pequena parte de laço que insistimos em manter. É que, juro!, não sei bem conviver com a amizade. Meus olhos há tempos não viam sua vida para o coração não balançar. E eu me arrependo quando, seguindo palavras suas, eu fui olhar novamente. Pois então, me peguei me sentindo suja, egoísta e um pouco mais que isso, mesquinha mesmo, por uns instantes eu desejei que desse tudo errado. Aff! Que sentimentozinho medíocre, viu? Como é que gosta e deseja mal? Impossível, improvável. Vamos desejar o bem, que o bem vem, chega até nós. E é por isso que eu queria deslaçar, cada um seguindo como queira, do jeito melhor. A gente não precisa dá satisfação, sabe? Nunca precisou. E pra mim é melhor mesmo não saber por onde anda, se perto ou longe, e só me resta torcer pra não nos encontrarmos por aí.

Via net.
“E, fatalmente, vão se cruzar por aí. São tantas as esquinas. Vocês vão beber um café quente juntos, falar amenidades, sobre novos cortes de cabelo, você está bonita, e você mais maduro, como está sua mãe e tudo mais. Nos momentos de silêncio, baixarão o queixo, com medo de amarrar olhares e, talvez, voltar tudo aquilo outra vez. Mas vai ser só isso.” Gabito Nunes

2 comentários:

  1. Me arrepiei Talita. Delicioso demais ler tudo o que vc escreve. Vou estar sempre por aqui.rs.Bjos!

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  2. E um brinde ao amor,ao que se despede e ao que virá. Somos movidos por sentimentos e que eles nos levem além.

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